Vem, Noite antiquíssima e idêntica.
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio, Noite
Com as estrelas lantejoulas rápidas
No teu vestido franjado de Infinito.
Vem, vagamente,
Vem, levemente,
Vem sozinha, solene, com as mãos caídas
Ao teu lado, vem
E traz os montes longínquos para o pé das árvores próximas,
Funde num campo teu todos os campos que vejo,
Faz da montanha um bloco só do teu corpo,
Apaga-lhe todas as diferenças que de longe vejo,
Todas as estradas que a sobem,
Todas as várias árvores que a fazem verde-escuro ao longe,
Todas as casas brancas e com fumo entre as árvores,
E deixa só uma luz e outra luz e mais outra,
Na distância imprecisa e vagamente perturbadora,
Na distância subitamente impossível de percorrer.
Nossa Senhora
Das coisas impossíveis que procuramos em vão,
[…]
Vem soleníssima,
Soleníssima e cheia
De uma oculta vontade de soluçar,
Talvez porque a alma é grande e a vida pequena,
E todos os gestos não saem do nosso corpo,
E só alcançamos onde o nosso braço chega,
E só vemos até onde chega o nosso olhar.
Vem, dolorosa,
Mater-Dolorosa das Angústias dos Tímidos,
Turris-Eburnea das Tristezas dos Desprezados.
Mão fresca sobre a testa em febre dos Humildes.
Sabor de água sobre os lábios secos dos Cansados.
Vem, lá do fundo
Do horizonte lívido,
Vem e arranca-me
Do solo de angústia e de inutilidade
Onde vicejo.
Apanha-me do meu solo, malmequer esquecido,
Folha a folha lê em mim não sei que sina
E desfolha-me para teu agrado,
Para teu agrado silencioso e fresco.
[…]
Vem sobre os mares,
Sobre os mares maiores,
Sobre os mares sem horizontes precisos,
Vem e passa a mão pelo dorso da fera,
E acalma-o misteriosamente,
Ó domadora hipnótica das coisas que se agitam muito!
Vem, cuidadosa,
Vem, maternal,
Pé ante pé enfermeira antiquíssima, que te sentaste
À cabeceira dos deuses das fés já perdidas,
E que viste nascer Jeová e Júpiter,
E sorriste porque tudo te é falso e inútil.
Vem, Noite silenciosa e extática,
Vem envolver na noite manto branco
O meu coração…
Serenamente como uma brisa na tarde leve,
Tranquilamente com um gesto materno afagando.
Com as estrelas luzindo nas tuas mãos
E a lua máscara misteriosa sobre a tua face.
Todos os sons soam de outra maneira
Quando tu vens.
Quando tu entras baixam todas as vozes,
Ninguém te vê entrar.
Ninguém sabe quando entraste,
Senão de repente, vendo que tudo se recolhe,
Que tudo perde as arestas e as cores,
E que no alto céu ainda claramente azul
Já crescente nítido, ou círculo branco, ou mera luz nova que vem,
A lua começa a ser real.
Seila quando ama tem , quando fica sem não sabe direito como respirar , e as coisas que agora vem ainda trasem um pouco de chuva um gosto de chuva . 

Rap n é coisa de malandro, coisa de quem se axa o mano, nem uma forma de se aparecer , Rap é o poder de se expreçar em rimas , frases , protestos , é a voz da rua, a voz de quem sofre ,de quem n pode escolher ser alguem melhor e teve q ir pra rua roubar , matar , se drogar , o Rap é a forma de arrependimento dita pela boca de um MC .
Pra vc que n conhece metade das coisas q acontecem no mundo , vc q seu mundo é sua casa , que sofre por pouca coisa, ouça o Rap e veja exemplos de Pessoas q vencerão seus vicios.
Ouça conheça antes de Julgar.
Pois o Rap é uma forma de dizer que eu nasci probre mais venci todos os obstaculos das ruas .
Meu cachorro ta morrendo :’( mal consegue levantar , 12 anos de idade , 12 anos sendo um dos meus melhores amigos e com e certeza o mais confiavel , 12 anos me fazendo sorrir , 12 anos do meu lado na tristesa e na alegria . 12 anos me perdoando por bater nele , 12 anos e nunca deixou de dar uma lambida em mim *-*
E tem pessoas q n guenta fica uma semana do meu lado :)
Tdo q meu cachorro passou cmg até hj , vai eternizar aqui dentro de mim , e n vou n vou me abalar por ele morrer , vou ficar feliz em ter feito parte da vida dele , por n ser seu dono e sim seu amigo homem q batia nele e ficava com dó e ia deita na varanda pra binca com ele .
Por mais que alguem me fala q é só um cachorro , eu descordo, ele foi um amigo meu e bem mais amigos do que aqueles que dizem q foi só um cachorro :’(
Sinto um vazio dentro de mim.
Como se não existisse porque nem pra que.
É viver para se auto-suicidar.
Suicídio lento e inevitável.
Corroem minha alma.
Cada trago é um dia a menos no futuro.
Cada lagrima é uma dor a mais dentro de mim.
Cada sorriso é mais uma mentira dentro do meu coração.
Me perco em meus pensamentos.
Me perco em minhas lagrimas.
Me perco nessa fumaça.
Me perco em meu sorriso.
Mas não deixo de viver para você ver minha morte.
Mesmo assim meu suicídio é lento e visível aos seus olhos.
Muitos fingem não ver, muitos não vê de verdade.
E Poucos estão importado.
Até Quando eu vou me matar?
Até minha vida acabar?
Até quando não vão se importar?
Até o cigarro acabar?! Até os meus pensamentos mudarem?!
Talvez quando meu sorriso se tornar real?
Ou quando não precisar mais chorar?
A resposta esta em minha vida.
Pra eu parar de morrer basta viver.
Basta não me matar e viver em quanto é tempo.
Apagar o cigarro.
Enxugar minhas lagrimas e sorrir verdadeiramente.
Pensar sem se perder.
Ser mais um vencedor na vida até morrer.
Não viver para ser notado.
Não viver para não me ver morrer.
Apenas viver com você até morrer.
Não morrer para os que fingem não ver.
Vou viver para os que fingem que não me ver morrer.
E eternizar para os poucos que se importa.
Pois pela minha amada e pelos que se importa que estou vivo.
E estarei vivo até depois de minha morte.
By: Charles Rosendo
Dead Memories
Memórias Mortas


